Por que medicina humanizada é o que mais importa — a história da Dra. Josiane
Nascida em família humilde, trabalhadora desde os 13 anos, mãe e médica: a história da Dra. Josiane é sobre resiliência, propósito e a promessa de cuidar de quem mais precisa.
Me considero uma "menina" sonhadora, cheia de entusiasmo, resiliente e com vontade de sempre aprender mais.
Nasci e pertenço a uma família desprovida de bens materiais. Fui criada sem pai e sempre tive que trabalhar desde os 13 anos para ajudar minha mãe com as despesas da casa. Não tenho vergonha de dizer que trabalhei como babá, doméstica, frentista. Sempre quis fazer medicina, mas na adolescência eu negava esse sonho — era tão distante que parecia mais um devaneio. Medicina era um curso só para famílias abastadas...
A vida foi se enchendo de oportunidades. Agarrei todas elas. Me mudei para Belo Horizonte. Tive meus dois filhos. Me formei em enfermagem. Voltei para o cursinho pré-vestibular — lá estava eu, cheia de energia, esperança e resiliência.
Fiz uma promessa a Deus: se eu conseguisse passar e me formar, eu atenderia pessoas que não têm acesso a um atendimento de qualidade.
Com 1 ano e meio de cursinho, passei em medicina.
A promessa cumprida
Hoje trabalho em uma UBS onde 90% da agenda é SUS — e faço cada exame com o mesmo amor e dedicação que dedico à agenda particular. Porque não se trata só de lucro. É sobre humanizar, responsabilizar-se pelo paciente, cuidar para que se sinta acolhido, e executar a técnica da melhor forma possível.
Mesmo em um exame que precisa ser rápido porque a fila do SUS é enorme, cada paciente merece atenção real.
Amo o que faço. Me sinto gratificada todos os dias que termino minha agenda, porque todos os dias encontro pacientes que reconhecem o meu trabalho. Sempre volto para casa com o corpo e a mente exauridos — mas o coração quentinho de afeto.
Por que humanização não é opcional na medicina
Num mundo onde a medicina está cada vez mais tecnológica — o que é ótimo —, existe um risco silencioso: o paciente virar um número, um laudo, um prontuário.
Tecnologia sem humanização é fria. E medicina fria não cuida — apenas informa.
Na Clínica UltraVida, a tecnologia é ferramenta. O cuidado real começa antes do gel, antes do transdutor, antes da imagem aparecer na tela. Começa no olhar, no acolhimento, na escuta.
Cada paciente que entra pela porta da nossa clínica tem uma história — e essa história importa.
Ultrassonografia como ato de cuidado
Pode parecer que o ultrassom é apenas um exame técnico. Mas para mim, cada imagem gerada representa alguém que confiou a mim a sua saúde — ou a saúde de alguém que ama. Uma gestante ansiosa para ver o bebê. Um homem que finalmente se decidiu a cuidar da próstata. Uma mulher que sentiu um nódulo e veio cheia de medo.
Essas são histórias reais. E elas me lembram todos os dias por que escolhi essa profissão.
"Não se trata só de lucro. É sobre humanizar, responsabilizar-se pelo paciente, cuidar para que se sinta acolhido e executar a técnica da melhor forma possível."
Se você procura um lugar onde vai ser tratado com cuidado real — não apenas como mais uma ficha — a Clínica UltraVida é para você. Aqui, tecnologia e humanização caminham juntas, porque acreditamos que é possível oferecer o melhor dos dois mundos.
Agende seu exame. Venha sentir a diferença.